Atenção, senhores passageiros: afivelem os cintos porque a turbulência vai piorar. O caos que se abate sobre o setor aéreo nas últimas semanas está projetado pelas autoridades para se estender pelos próximos 60 dias. Pelo menos. Significa que o período do Natal, do Ano-Novo e das férias de verão, quando a procura por vôos aumenta em até 25%, será de espera, irritação e angústia nos aeroportos do País. Tudo de novo, com uma agravante: o apagão aéreo está levando o Brasil e seu tráfego anual médio de 83 milhões de passageiros a entrar na lista dos lugares mais perigosos do mundo para a realização de pousos, decolagens e trânsito no ar, segundo os organismos internacionais de controle aeronáutico. Até o ministro da Defesa, Waldir Pires, teve de se convencer da gravidade da situação.
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